Em ponto morto e sem rédeas
Há poucos minutos, reorientei-me no tempo e já me sinto no
dia 2 de janeiro e sei que é sábado.
Não tenho projetos para iniciar em 2016, porque os que foram
iniciados no ano velho são suficientes para todo o novo ano e vão sobrar para o
seguinte.
Gosto de ter projetos em curso, porque me prendem por estes sítios repetitivo-cansativo-securativos
que frequento. A verdade é que preciso de estar entre o quotidiano e o
imaginável.
Dias sem trabalho perdem facilmente o nome que têm. Que chatice de
bioritmo.
Vírus
Vírus